Quem Somos
Empírico é o que se descobre provando.
A Rua Piauí nunca tinha visto café especial. A gente abriu ali mesmo assim, às 7h, e a resposta veio em litros: garrafas de café coado esvaziando mais rápido do que a gente conseguia passar, todo dia, do lado do metrô. Três anos depois, segue igual. Gente que senta, prova e volta. E dois anos seguidos no Comer & Beber da Veja SP.
Balcão, Rua Piauí
O café que você abre hoje é o mesmo que você vai abrir na próxima compra.
A nossa torra começou dentro da cafeteria, num torrador de 1,2 quilo, totalmente manual. Tirar café consistente dele era teimosia pura. Quem conheceu, conheceu. O espaço apertou, o estoque pediu mais, e a torra ganhou casa própria: o galpão.
O galpão foi montado pra uma coisa só: torra limpa e repetível. O torrador segura o mesmo perfil de uma torra pra outra, e cada lote é provado antes de ser aprovado. Foram mais de 30 torras de teste só no Floresta Negra até o chocolate ficar do jeito que enche a boca. Parece exagero. É o método: café perde potencial fácil, e a única forma de não perder é provar, ajustar e torrar de novo.
Torra, o nosso galpão
Origem
Viajamos até o lote, conhecemos quem plantou. O café começa muito antes da xícara.
Torra
Feita no nosso galpão, provada e ajustada até ficar exatamente como deve ser.
Consistência
Do café de todo dia ao lote mais raro, o cuidado é o mesmo. Preço diferente não é atenção diferente.
Quando o pacote chega na sua casa, ele carrega tudo isso: uma lavoura, um produtor, um casarão, um monte de teste que você não precisa ver.
Abre, prepara, prova. A prova é sua.
Conheça os cafés